O primeiro motor do Golpe

O primeiro motor do Golpe

O presidente eleito ainda não tinha acabado de tomar o café da manhã da vitória no sacrossanto recesso do lar, na Miami do Rio, a Barra da Tijuca, quando recebeu a mensagem matinal do Imparcial de Curitiba.

É bem provável que o Código da Magistratura - que existiu até o Supremo convalidar o Golpe de 2016 - considere que um juizeco de primeira instância, ainda que seja um semi-Deus na Globo, não possa dirigir-se diretamente a um presidente eleito.

Ainda mais se tiver 1.093 ações a "julgar" de um ex-presidente adversário político do eleito agora "congratulado"...

Mas, como se sabe, isso aqui não passa de uma República Federativa da Cloaca.

E o primeiro motor do Golpe foi exatamente esse juiz apressadinho de Curitiba.

Natural.

O presidente eleito já disse que gostaria de nomeá-lo juiz dessa Mínima Corte...

Toma lá, dá cá!

Por isso, a TV Afiada recolheu algumas inúteis críticas ao método Moro de julgar.

De respeitáveis autores.

E dá a entender o que o Lula disse ao Mino Carta sobre seu despudorado algoz.

Seja lá o que for, não exprime, diria o Mino.

Portanto, não perca essa TV Afiada!

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