O ex-presidente Jair Bolsonaro deverá permanecer internado por pelo menos sete dias para tratamento de uma pneumonia grave que atinge os dois pulmões, diagnosticada nesta sexta-feira (13). A informação foi confirmada pela equipe médica responsável pelo acompanhamento do ex-chefe do Executivo.
Segundo os médicos, esse período é o tempo mínimo necessário para a administração de antibióticos intravenosos, tratamento considerado essencial para combater a infecção pulmonar.
Médicos alertam para risco real de morte
De acordo com a equipe médica, o quadro de saúde exige acompanhamento intensivo, já que há risco real de morte em razão da gravidade da infecção.
Os profissionais explicaram que o tratamento completo pode durar entre sete e 14 dias, dependendo da resposta do organismo aos medicamentos utilizados.
Troca de medicação pode prolongar internação
Os médicos também informaram que, caso não haja resposta adequada ao tratamento nas primeiras 48 horas, poderá ser necessária a substituição do antibiótico.
Nesse cenário, o protocolo médico determina que o ciclo de tratamento seja reiniciado, o que pode prolongar o período de internação hospitalar.
Alta da UTI ainda não tem previsão
Até o momento, não há prazo definido para que Bolsonaro deixe a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde permanece sob monitoramento contínuo.
A saída da UTI dependerá da recuperação da função pulmonar e da estabilização do estado geral de saúde, segundo os médicos responsáveis pelo caso.




