Operação “Leonard” mira organização criminosa com atuação na Paraíba e cumpre 34 mandados de prisão

A ação contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB) e da Polícia Militar do Estado.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (25), a Operação “Leonard”, com o objetivo de aprofundar investigações sobre crimes relacionados à organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros delitos conexos com atuação na Paraíba, especialmente no município de Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa.

A ação contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB) e da Polícia Militar do Estado.

Mandados foram cumpridos em cidades da Paraíba e no Rio de Janeiro

Durante a operação, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e 34 mandados de prisão, sendo 30 preventivos e quatro temporários. Também foram executadas medidas patrimoniais, como sequestro e bloqueio de bens e valores.

As diligências ocorreram nos municípios de João Pessoa, Cabedelo e Campina Grande, além de ações realizadas no Rio de Janeiro.

Decisões judiciais autorizaram ações investigativas

As medidas foram determinadas pela 1ª Vara Regional do Juízo das Garantias, com o objetivo de reunir elementos probatórios e neutralizar estruturas ligadas ao grupo investigado.

O material apreendido será submetido a análises e exames periciais para identificar a extensão das condutas criminosas, a participação individual dos investigados e possíveis conexões com outros envolvidos.

Investigação segue sob sigilo

Por se tratar de investigação em andamento, a Polícia Federal informou que não divulgará detalhes adicionais sobre os alvos, locais específicos ou elementos sensíveis neste momento, visando preservar a eficácia das diligências e a integridade das provas.

Nome da operação faz referência ao Complexo do Alemão

O nome da operação faz referência a Leonard Kaczmarkiewicz, imigrante polonês que foi chamado de “alemão” por moradores de uma região popular do Rio de Janeiro, posteriormente conhecida como Complexo do Alemão.

Segundo as investigações, o local teria sido utilizado como ponto de refúgio por lideranças da facção atuante em Cabedelo, que se deslocaram para a comunidade com o objetivo de se ocultar da ação policial.

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