
A possibilidade de o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) antecipar o pagamento do 13º salário em 2026 segue como tema de expectativa entre aposentados e pensionistas. Embora o governo federal ainda não tenha publicado o decreto que define o calendário oficial, o histórico recente aponta para a tendência de liberação do abono antes do segundo semestre.
Nos últimos cinco anos, a antecipação do chamado abono anual foi utilizada como estratégia para estimular a economia e reforçar o orçamento de milhões de segurados. Como o pagamento já faz parte da previsão orçamentária, a medida não representa aumento de despesas públicas, apenas altera o período de liberação dos recursos.
Caso o modelo adotado nos anos anteriores seja repetido, os depósitos deverão ocorrer entre abril e junho, divididos em duas parcelas. A ordem de pagamento segue o número final do benefício, desconsiderando o dígito após o traço.
Têm direito ao 13º os segurados que receberam, ao longo do ano, aposentadoria, pensão por morte, auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão. Beneficiários do BPC e da Renda Mensal Vitalícia não recebem o abono, por se tratarem de benefícios de natureza assistencial e não previdenciária.
De forma geral, a primeira parcela corresponde a 50% do valor total e não sofre desconto de Imposto de Renda. Já a segunda parcela pode ter incidência de tributos, dependendo da faixa de renda do segurado. Quem começou a receber o benefício após o início do ano tem direito ao valor proporcional.
Após a divulgação oficial do calendário, os beneficiários poderão consultar as datas de pagamento pelo aplicativo ou site Meu INSS, além da central telefônica 135. O número final do cartão do benefício é o critério que define o dia exato do depósito.



