A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios divulgada nesta sexta-feira (15) apontou que a taxa de desemprego na Paraíba atingiu o menor patamar desde 2012.
Segundo os dados, o índice de desocupação no estado ficou em 7% no primeiro trimestre de 2026.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a taxa era de 8,7%, houve queda de 1,7 ponto percentual.
Número de pessoas empregadas cresce no estado
A pesquisa também mostrou avanço no número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho paraibano.
Entre o primeiro trimestre de 2025 e o mesmo período de 2026, o total de trabalhadores empregados subiu de 1,621 milhão para 1,709 milhão de pessoas, crescimento de 5,4%.
Ao mesmo tempo, o número de desempregados caiu 16,1%, passando de 154 mil para 129 mil pessoas.
Paraíba tem uma das menores taxas do Nordeste
No cenário regional, a Paraíba aparece entre os estados com menor índice de desemprego do Nordeste.
O levantamento aponta o Maranhão com taxa de 6,9%, seguido pela Paraíba, com 7%.
Na sequência aparecem Ceará, com 7,3%, e Rio Grande do Norte, com 7,6%.
Já Pernambuco, Alagoas e Bahia registraram as maiores taxas da região, todas com 9,2%.
De acordo com a Pnad, a redução do desemprego na Paraíba e no Maranhão contribuiu diretamente para a queda da média regional nordestina, que passou de 9,8% para 8,4%.
Setores que mais empregam na Paraíba
Segundo o levantamento, os seis setores com maior número de trabalhadores ocupados no estado são:
- Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais — 370 mil pessoas
- Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas — 306 mil pessoas
- Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas — 197 mil pessoas
- Construção — 170 mil pessoas
- Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura — 154 mil pessoas
- Indústria geral — 147 mil pessoas
Os dados reforçam o crescimento do mercado de trabalho formal e informal na Paraíba e consolidam o estado entre os melhores indicadores de empregabilidade do Nordeste no início de 2026.




