Pavor

PESADELO: Padrasto é preso por obrigar enteada deficiente a ingerir bebida alcoólica para depois estuprá-la

Crimes ocorreriam há 17 anos e foram descobertos após denúncia anônima. Suspeito é dono de bar em Goiânia

PESADELO: Padrasto é preso por obrigar enteada deficiente a ingerir bebida alcoólica para depois estuprá-la
Foto: Reprodução

O dono de um bar de Goiânia foi preso na manhã desta sexta-feira (21) suspeito de forçar a enteada, cega e com dificuldades de locomoção, a ingerir bebidas alcoólicas para depois estuprá-la e humilhá-la por causa das deficiências. Os crimes aconteceriam há 17 anos. O caso chegou à Polícia Civil por meio de uma denúncia anônima.

O homem, que tem 59 anos, negou os crimes e alegou que criou a vítima – atualmente com 37 anos – como filha, mas que ela apaixonou por ele e tem ciúmes da mãe. A titular da Delegacia de Proteção à Pessoa Idosa e Pessoa com Deficiência, Ana Lívia Batista, disse ter provas suficientes de que a versão não condiz com a realidade.

“Esses abusos vêm acontecendo de forma reiterada a 17 anos. Essa vítima sofre esses abusos, sempre acompanhados de ameaças de morte, ameaças de que o autor iria colocar fogo na casa com todos os entes da vítima. A vítima vivia sob verdadeira tortura”, afirmou a delegada.

O caso foi denunciado há dez dias, e exames feitos no Instituto Médico Legal (IML) comprovaram os estupros. “Essa vítima nos relatou de maneira muito emocionada, com muito temor, essa questão da violência sexual”, completou Ana Lívia.

O dono de bar estava foragido, mas foi localizado nesta manhã em Israelândia – cidade a 185 quilômetros de Goiânia. De acordo com a delegada, no depoimento, ele negou “de maneira muito fria, de maneira muito cínica” os crimes.

“A gente vê pavor nos olhos dessa vítima”, declarou a policial. “Além de praticar violência sexual, ele ainda humilhava e discriminava a vítima de todas as formas em razão da deficiência dela.”

A Polícia Civil descarta o envolvimento ou ciência de outra pessoa da família sobre os abusos. O homem vai responder por estupro de vulnerável, pois a vítima não poderia oferecer nenhum tipo de resistência, e pelo artigo 88 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, que fala sobre discriminação. Se condenado pelos dois crimes, pode pegar entre 9 e 18 anos de prisão. Por G1

 

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