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Saúde de JP continua a vacinar grupos prioritários contra gripe e adia fornecimento para toda população

A meta de 90% de imunização ainda não foi atingida e agora serão feitos esforços na tentativa de garantir a cobertura dos grupos prioritários.

Saúde de JP continua a vacinar grupos prioritários contra gripe e adia fornecimento para toda população
Foto: Reprodução

A vacinação contra a gripe na capital da Paraíba, João Pessoa, continuará restrita aos grupos prioritários, de acordo com a Secretaria de Saúde. A meta de 90% de imunização ainda não foi atingida e agora serão feitos esforços na tentativa de garantir a cobertura dos grupos prioritários.

Até o momento em João Pessoa, foram imunizados 86,44% da meta, o que corresponde 182.060 mil pessoas. A meta é vacinar 90% do grupo de risco, o que representa 210.619 pessoas. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe teve início no dia 10 de abril e se encerrou na sexta-feira, dia 31 de maio. 

Fernando Virgolino, chefe da seção de imunização de João Pessoa, afirmou em entrevista ao ClickPB que a nota técnica do Ministério da Saúde orienta que os municípios que ainda não atingiram a meta continuem os esforços para vacinação do grupo prioritário. "O intuito dessa campanha é justamente vacinar os grupos mais vulneráveis. Não faz sentido a gente estar ofertando a vacina para aquelas pessoas que têm imunidade boa", destacou.

Ele ainda afirmou que "como a gente está muito próximo da meta, decidiu dar continuidade ao grupo prioritário". A expectativa é de que quando a meta de 90% for atingida, a vacinação seja liberada para os demais grupos.

"Eu acredito que essa semana a gente já consiga bater a meta. Então, provavelmente semana que vem, a gente talvez já abra pro restante da população", adiantou o chefe da seção de imunização de João Pessoa. Fernando Virgolino revelou ainda que falta a aplicação de sete mil doses para bater a meta. Quando a meta for alcançada, ele estima que ainda tenham 21 mil doses para toda a população.

A vacina protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para este ano (Influenza A/H1N1; Influenza A/H3N2 e Influenza B). 

Grupos de risco - São pessoas com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de 6 meses até 5 anos, 11 meses e 29 dias, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional e profissionais das forças de segurança e salvamento (policiais, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas).

Registros - Neste ano, até 11 de maio, foram registrados 807 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza em todo o país, com 144 mortes. Até o momento, o subtipo predominante no Brasil é o vírus influenza A (H1N1) pdm09, com registro de 407 casos e 86 óbitos.

Este ano, em João Pessoa, já foram confirmados 35 casos de síndromes gripais, sendo 19 casos positivos para Influenza e 16 casos positivos para Vírus Sincicial Respiratório. Entre os 19 casos confirmados de Influenza, 16 são decorrentes de Influenza A (sendo 13 do subtipo H1N1 e três do subtipo H3 sazonal) e três decorrentes de Influenza B, com um registro de óbito de H1N1.

Em 2018, a Vigilância Epidemiológica (VIEP) confirmou laboratorialmente 34 casos de Influenza tipo A, sendo 18 de H1N1 com dois óbitos e, 16 do subtipo H3 sazonal, com dois óbitos. Para Influenza B foram 11 casos confirmados, com dois óbitos registrados. De Vírus Sincicial Respiratório foram registrados e confirmados nove e Metapneumovírus 12 casos notificados.

Contraindicações – A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores, bem como a qualquer componente da vacina ou alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.

Precauções – Em doenças agudas febris moderadas ou graves recomenda-se adiar a vacinação, até a resolução do quadro, com o intuito de não se atribuir à vacina as manifestações da doença.

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