Sob pressão de ideológicos, Renato Feder diz que recusa convite para o Ministério da Educação

Secretário de Educação no Paraná, Feder já havia sido cotado desde a saída de Abraham Weintraub. No entanto, ele acabou sendo preterido, e o comando foi entregue a Carlos Alberto Decotelli.

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BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Após dias de ataques nas redes sociais por parte de apoiadores ideológicos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Renato Feder disse neste domingo (5) que recusou o convite para assumir o Ministério da Educação.

“Recebi na noite da última quinta-feira uma ligação do presidente Jair Bolsonaro me convidando para ser ministro da Educação. Fiquei muito honrado com o convite, que coroa o bom trabalho feito por 90 mil profissionais da Educação do Paraná. Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação”, escreveu Feder.

Secretário de Educação no Paraná, Feder já havia sido cotado desde a saída de Abraham Weintraub. No entanto, ele acabou sendo preterido, e o comando foi entregue a Carlos Alberto Decotelli.

Após a passagem relâmpago de Decoltelli pelo ministério, Feder voltou a ser cotado e, desde o final da semana passada, tem sido alvo de apoiadores mais ideológicos de Bolsonaro.

No sábado (6), já havia notícias de que Feder havia sido descartado. Na manhã deste domingo, o secretário do Paraná publicou em suas redes sociais uma longa publicação em que rebate ataques que recebeu.

A aliados, Feder já havia demonstrado sua irritação com a apatia do governo diante dos ataques que vinham sendo desferidos.

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