PF deflagra operação contra fraudes de R$ 5 mi em aposentadorias rurais, na PB

Indício de fraude foi constatado a partir de denúncia anônima narrando que o proprietário do imóvel rural cobrava para emitir referidas declarações

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A Polícia Federal na Paraíba, através da Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários – DELEPREV/DRCOR/SR/PF/PB, deflagrou na manhã desta quarta-feira (19), uma operação que visa a desarticular crimes previdenciários ocorridos em detrimento do INSS. A operação Capim Fértil 2 investiga a expedição de documentos falsos para obtenção de benefícios rurais previdenciários.

Condutas, em tese, tipificadas como estelionato qualificado e demais delitos a serem apurados com o decorrer da investigação.

A operação foi deflagrada por equipe de policiais federais e servidores da Força Tarefa da Secretaria da Previdência, do Ministério da Economia, com cumprimento de mandado de busca expedidos pela Justiça Federal da Paraíba. A diligência procedida hoje foi o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em um endereço na cidade de Capim, na Paraíba.

ENTENDA O CASO

Essa operação trata-se de desdobramento da Operação “CAPIM FÉRTIL” iniciada para investigar fraudes contra o INSS por requerentes de benefícios rurais previdenciários, que utilizavam documentos e declarações falsas para obter benefícios irregulares junto àquela Autarquia Previdenciária, totalizando mais de 60 empregados – conforme declarações expedidas.

O indício de fraude foi constatado a partir de denúncia anônima narrando que o proprietário do imóvel rural cobrava para emitir referidas declarações, sendo que nessa fase da operação foi possível identificar uma das autoras intelectuais e documentais do crime, que articulava a parte formal do delito.

Embasado nas provas constantes dos autos, a Autoridade Policial que preside o feito representou por mandado de busca e apreensão na casa de um (a) investigado(a), deferido pela Justiça Federal e cumprido pela Superintendência de Polícia Federal na Paraíba.

O crime resultou em um rombo de aproximadamente R$ 5 milhões de reais aos cofres públicos, conforme divulgado pela Secretaria da Previdência. As investigações permanecem e a partir desse desdobramento, os materiais apreendidos serão analisados e confrontados para identificar eventuais participantes e sua posterior responsabilização.

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