Dois homens investigados pelo latrocínio de um policial militar da reserva foram presos nesta sexta-feira (18), em João Pessoa, durante uma operação conjunta das polícias civis da Paraíba e de Pernambuco. As prisões aconteceram nos bairros de Gramame e Indústrias.
A ação foi realizada pela Polícia Civil da Paraíba, por meio da Diretoria de Operações (DIOP) e do Núcleo de Homicídios de Alhandra, vinculado à 6ª Delegacia Seccional, em apoio às investigações conduzidas pelas autoridades pernambucanas.
Os policiais cumpriram dois mandados de prisão preventiva relacionados ao latrocínio ocorrido no dia 11 de maio deste ano, no município de Itambé, em Pernambuco, próximo à divisa com a Paraíba.
Segundo as investigações, o policial militar da reserva foi abordado quando saía de uma agência bancária transportando um malote. Durante a ação criminosa, a vítima foi morta.
Durante o cumprimento dos mandados nesta sexta-feira, um dos investigados foi encontrado com uma pistola Taurus calibre .380. A arma foi apreendida e deverá passar pelos procedimentos periciais previstos na investigação.
O segundo preso utilizava tornozeleira eletrônica. De acordo com a Polícia Civil, ele é investigado por atuação criminosa na região de Pedras de Fogo e por suposto envolvimento em tráfico de drogas, homicídios e roubos de cargas praticados na área de divisa entre Paraíba e Pernambuco.
Após as prisões, os dois homens foram conduzidos para uma unidade policial, onde passaram pelos procedimentos legais e exames periciais cautelares.
Os investigados permaneceram à disposição da Justiça para realização de audiência de custódia e posterior encaminhamento ao sistema prisional, conforme determinação judicial.
A Polícia Civil informou que a operação faz parte da cooperação entre as forças de segurança dos dois estados para investigar crimes praticados na região de fronteira entre Paraíba e Pernambuco e localizar suspeitos com mandados de prisão em aberto.
As investigações sobre o latrocínio continuam sob responsabilidade das autoridades competentes. Os presos são considerados inocentes até eventual condenação definitiva pela Justiça.




